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Patologias

É uma alteração da curvatura da córnea, a qual assume a forma cônica. Com isso, é gerado um astigmatismo irregular e, consequentemente, a distorção da visão. Geralmente bilateral, inicia-se na puberdade e tem caráter progressivo, embora possa estabilizar em qualquer idade.

A fim de melhorar a visão do paciente com ceratocone, estão disponíveis várias modalidades de tratamento:

  • Óculos: Podem proporcionar visão praticamente normal nos casos leves da doença;
  • Lentes de contato: Como a superfície corneana do portador de ceratocone é irregular, uma lente de contato pode melhorar significativamente a visão. As lentes rígidas cumprem melhor este propósito;
  • Segmentos intraestromais: São microssegmentos de acrílico inseridos na substância própria da córnea com a finalidade de retificar, ao menos parcialmente, as irregularidades de curvatura e dificultar a progressão da doença. Tem várias denominações, como “Anel intraestromal”, ou “Intacts”, ou “Anel de ferrara”;
  • Cross Linking ou, em português, Reforço das Ligações Cruzadas: É um tratamento à base de radiação ultravioleta e riboflavina, realizado em ambiente cirúrgico, que visa interromper a evolução da doença. A combinação adequada destes elementos aumenta a rigidez corneana, evitando o aumento da deformação da mesma;
  • Transplante de córnea: Quando o ceratocone é muito avançado, ou quando os demais tratamentos não alcançam resultado satisfatório, realiza-se o transplante de córnea, em que a parte central da córnea doente é substituída por igual porção de uma córnea doada. Os resultados são, em geral, muito bons, possibilitando boa recuperação da visão. Felizmente, apenas uma minoria dos portadores de ceratocone chega a necessitar do transplante de córnea.

A degeneração macular é hoje a principal causa de cegueira nas pessoas acima dos 65 anos de idade. Ela afeta a mácula, região da retina responsável pela visão central de detalhes e cores. Ela pode se apresentar na forma atrófica ou exsudativa. O tratamento desta patologia depende principalmente do estágio da doença, sendo que nos casos iniciais pode se utilizar fórmulas de vitaminas e minerais para tentar controlar a doença e, nos casos mais avançados, é necessário o tratamento com laser ou o uso de injeções de medicamentos intraoculares.

O glaucoma é uma condição ocular em que ocorre lesão no nervo óptico, levando à perda permanente da visão. O nervo óptico é responsável por levar as informações visuais do olho para o cérebro. O tipo mais comum de glaucoma, o glaucoma primário de ângulo aberto, é a principal causa de cegueira entre afroamericanos e a segunda maior causa de cegueira irreversível em todo o mundo.

Existem vários fatores de risco associados ao glaucoma, como: pressão intraocular elevada, familiares com glaucoma, idade acima de 40 anos, hipertensão arterial, entre outros. Pessoas que apresentam pressão intraocular acima dos valores normais são chamadas de “hipertensas oculares” e têm maior risco de desenvolver glaucoma. Nestes casos, ocorre um aumento da produção e/ou uma diminuição da drenagem de humor aquoso, que é o liquido que preenche os olhos, levando a um aumento da pressão intraocular, comprimindo e lesando as fibras do nervo óptico, que acaba morrendo. Esta perda de células é lenta, progressiva e irreversível, causando a diminuição da visão e, posteriormente, a cegueira.

O tratamento do glaucoma consiste, basicamente, em diminuir a pressão dos olhos através do uso de colírios específicos ou de cirurgia. Geralmente, a cirurgia é utilizada quando o tratamento com os colírios é insatisfatório.

Algumas vezes, as pessoas que têm hipertensão ocular (pressão ocular elevada, porém sem dano glaucomatoso) também são submetidas ao uso de colírios, desde que apresentem risco aumentado para o desenvolvimento da doença.

Todas as pessoas já diagnosticadas com glaucoma e também aquelas em risco de desenvolvê-lo devem ser acompanhadas com exames de pressão intraocular, fundo de olho e campo visual (entre outros) por um medico oftalmologista. O diagnóstico e o tratamento precoce do glaucoma podem prevenir a evolução da doença e a perda da visão.

O que é a catarata?

A catarata é o embaçamento do cristalino, a lente natural que faz parte dos nossos olhos. A luz passa através do cristalino para produzir uma imagem nítida na retina. Quando a lente do olho se torna opaca, a luz é incapaz de passar com precisão através dela e a visão é borrada. Esta circunstância é conhecida como catarata.

Como ocorre?

A catarata pode estar relacionada com traumatismos e com outras doenças, como a diabetes, por exemplo. Entretanto, na imensa maioria dos casos, a catarata faz parte do envelhecimento natural do olho humano e não está relacionada com qualquer doença.

Como a catarata influencia a sua vida?

A catarata frequentemente demora anos para se desenvolver e pode não causar problemas no estágio inicial. Esta doença progride a uma velocidade muito variável de indivíduo para indivíduo. Nas fases iniciais pode não ser percebida, mas, à medida que evolui, a qualidade da visão vai sendo comprometida e pode ocorrer embaçamento, perda de nitidez, diminuição da percepção de distância, maior sensibilidade às variações de iluminação, entre outros. Em casos muito avançados, a perda de visão pode ser total, podendo afetar a qualidade de vida.

Como se trata a catarata?

A cirurgia é o único tratamento eficaz e consiste na substituição do cristalino opacificado por uma lente artificial. Uma incisão de menos de 2,5mm é feita na córnea, junto da esclera (parte branca do olho) e, através dela, se introduz um instrumento que vai se desmanchando e removendo o cristalino por microvibrações ultrassônicas. É o que se chama de “facoemulsificação”. Pela mesma incisão, é inserida uma lente que vai permitir a focalização das imagens para que o paciente recupere a visão.

Existe apenas um tipo de lente intraocular?

Não. Atualmente existem vários tipos de lentes. As lentes básicas são as que simplesmente suprem a ausência do cristalino removido. É desejável que estas lentes sejam dobráveis, para poderem ser inseridas pela incisão pequena. Do contrário, se as lentes forem rígidas, haverá a necessidade de ampliar a incisão inicial, o que pode acarretar maior demora para a recuperação da visão, além de aumentar o risco de algumas complicações.

A retinopatia diabética é a maior causa de cegueira irreversível nos pacientes com idade entre 20 e 65 anos de idade. Ela está diretamente relacionada ao tempo de diagnóstico do diabetes mellitus e ao controle dos níveis de açúcar no sangue. É dividida nas fases não-proliferativas, cujo tratamento é realizado com fotocoagulação a laser e, nos quadros mais graves, com cirurgia de vitrectomia. Todo paciente portador de diabetes deve visitar o seu oftalmologista pelo menos uma vez ao ano para exames de controle, para que se possa efetuar o tratamento o mais rápido possível quando necessário, pois, em muitos casos, a retinopatia diabética pode evoluir para estágios onde o tratamento não possui bons resultados, se realizado tardiamente.

A retina é um tecido neurossensorial que recobre a porção interna do globo ocular, sendo a responsável pela transmissão de informações entre o globo ocular e o nervo óptico, que leva as informações até o cérebro. Embaixo da retina esta a coróide, uma fina camada de vasos sanguíneos que leva oxigênio e outros nutrientes até a retina. O descolamento da retina ocorre quando ela se separa da coróide, tornando necessária a realização de uma cirurgia para o recolamento da retina o mais breve possível, a fim de evitar uma diminuição permanente da visão.

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