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Glaucoma: diagnóstico e tratamento

Como parte da série de postagens sobre o glaucoma, hoje daremos mais detalhes sobre o diagnóstico e, principalmente, sobre o tratamento. Embora o glaucoma não tenha cura, é possível amenizar o dano com o diagnóstico precoce.

Em um exame oftalmológico cuidadoso, é realizada a verificação da pressão intraocular e o exame do nervo óptico e da retina. Se o oftalmologista suspeitar de glaucoma, solicitará exames complementares para esclarecer o diagnóstico. Estes exames podem incluir a Campimetria Visual Computadorizada, Gonioscopia (para análise do ângulo da câmara anterior), Tomografia de Coerência Óptica (OCT) da camada de fibras nervosas da retina e Fotografia do Nervo Óptico. Também poderá solicitar a medida da pressão intraocular em vários horários diferentes ao longo do dia, ou após ingestão abundante de líquidos.

Após o diagnóstico vem o tratamento, que visa diminuir a pressão ocular. Como existem diversos tipos de glaucoma (você pode conhecer alguns deles aqui), o tratamento varia de acordo com as particularidades. Dependendo do tipo, o uso de colírios já é o suficiente, mas alguns casos só podem ser tratados com cirurgia.

O glaucoma de ângulo aberto, mais comum, pode ser tratado com colírios ou pílulas, com resultado bem-sucedido. Em casos mais delicados, podem ser feitas a cirurgia a laser ou tradicional. Os glaucomas congênito e de ângulo fechado também podem ser tratados com cirurgia, sendo que o último é uma emergência médica. Se não for tratado a tempo, pode causar cegueira em poucos dias. São usados medicamentos para baixar a pressão intraocular e, em alguns casos, o paciente precisa fazer uma cirurgia chamada iridotomia com emergência.

De qualquer forma, apenas o médico especialista poderá identificar o tipo de glaucoma e indicar o melhor tratamento para amenizar a evolução da doença. Consulte-se regularmente com um oftalmologista de confiança. Seus olhos merecem.

Publicado em: 10/07/2013


Conheça melhor os tipos de glaucoma

Como vocês viram no primeiro post sobre o glaucoma, a doença pode se manifestar em vários tipos. Destacamos e explicamos alguns para que você possa entender melhor como eles são. Confira abaixo:

• Glaucoma primário de ângulo aberto (ou glaucoma crônico de ângulo aberto): É a forma mais comum de glaucoma. Ocorre elevação (de leve à moderada) da pressão intraocular, causada por diminuição da drenagem do humor aquoso, apesar da configuração normal do ângulo da câmara anterior (ângulo aberto). Os sintomas geralmente são inexistentes, uma vez que a progressão da doença tende a ser lenta;

• Glaucoma de ângulo fechado: Nesta classe de glaucoma, ocorre um estreitamento do ângulo da câmara anterior, responsável por grande diminuição da drenagem do humor aquoso e, consequentemente, maior elevação da pressão intraocular. Se a obstrução da drenagem ocorrer de forma abrupta, a pressão intraocular sobe rapidamente para níveis muito altos. Isto causa muita dor, olho vermelho, visão muito borrada ou diminuição da visão. A isto chamamos crise de glaucoma agudo. O glaucoma agudo é uma emergência oftalmológica e deve ser tratado imediatamente para diminuir a chance de perda irreversível da visão;

• Glaucoma congênito: Apresenta-se geralmente ao nascimento. Nestes casos existe uma má formação nas estruturas oculares responsáveis pela drenagem ou escoamento do humor aquoso. Se não tratada precocemente, pode levar à cegueira irreversível;

• Glaucoma de pressão normal: Já sabemos que um dos motivos para o aparecimento do glaucoma é o aumento da pressão intraocular. Entretanto, a doença pode acontecer também em pessoas com pressão intraocular normal. Os sintomas são exatamente os mesmos, logo, assim como no glaucoma primário de ângulo aberto, o paciente não irá sentir nada por muito tempo, até a doença progredir. Isso dificulta bastante o diagnóstico e, geralmente, o paciente só irá sentir a diminuição da visão quando esta estiver bastante prejudicada;

• Glaucoma secundário: Ocorre como uma complicação de várias condições médicas, como a catarata avançada, diabetes e uveíte. Além disso, o uso indiscriminado de corticosteróides, usados justamente para tratar algumas patologias oculares, pode influenciar no aparecimento do glaucoma.

O diagnóstico precoce é um grande aliado para uma melhor qualidade de vida. Consulte-se com um oftalmologista regularmente.

Publicado em: 09/07/2013


Glaucoma: combata essa doença

O Dia Mundial de Combate ao Glaucoma aconteceu no dia 26 de maio, por isso, preparamos uma série de postagens sobre o assunto. Glaucoma é o nome dado a um grupo de doenças que causam lesão do nervo óptico, geralmente relacionado ao aumento da pressão intraocular, e pode levar à cegueira, uma vez que a lesão às fibras do nervo óptico é irreversível. Apesar de não ter cura, é possível controlar sua evolução com o tratamento adequado e contínuo e é justamente por isso que o diagnóstico precoce é tão importante. Como em 80% dos casos o glaucoma não traz sintomas, as consultas oftalmológicas periódicas são importantes para diagnosticar a doença nas fases iniciais.

No interior dos olhos, existe circulação contínua de um líquido chamado humor aquoso, que é produzido de forma ininterrupta e escoado por uma região chamada ângulo da câmara anterior. O equilíbrio entre produção e escoamento é responsável por manter a pressão intraocular normal. Entretanto, quando o escoamento diminui, a pressão dos olhos pode subir e este aumento de pressão danifica as fibras nervosas do nervo óptico, causando o Glaucoma. No início, existe uma diminuição do campo visual periférico que, se não controlada, pode evoluir para uma maior constrição do campo visual e perda da visão central, levando à cegueira.

Existem vários tipos de glaucoma, sendo o mais comum o glaucoma primário de ângulo aberto (ou glaucoma crônico de ângulo aberto). Também existe o glaucoma de ângulo fechado (que pode evoluir para o glaucoma agudo), o glaucoma congênito e o glaucoma secundário. É importante lembrar que existe um “grupo de risco” para o desenvolvimento da doença. As chances aumentam para: maiores de 40 anos; pessoas com familiares que tenham glaucoma; negros; pessoas com grau de miopia muito alto; pessoas que usam corticóides oculares ou sistêmicos; diabéticos.

O tratamento do glaucoma manterá a pressão intraocular baixa e em níveis seguros, estabilizando o dano às fibras nervosas do nervo óptico. A pressão intraocular pode ser controlada com uso de colírios, comprimidos ou cirurgia. Em alguns casos, é necessário associar as modalidades de tratamento para obter controle satisfatório da pressão. Como o glaucoma é uma doença crônica e irreversível, o tratamento deve ser mantido, na grande maioria dos casos, ao longo da vida. É importante salientar que o tratamento deve ser regular e contínuo e que não é capaz de reverter lesões no nervo óptico anteriormente estabelecidas.

Publicado em: 08/07/2013


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