Solicitação de ExamesCADASTRE-SE AQUI

BLOG - HBO

A importância do exame de rotina

O exame oftalmológico deve ser feito anualmente para diagnóstico de erros de refração, como miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia, mas também de doenças oculares. Saiba mais sobre algumas dessas doenças:

- Catarata: a Catarata pode acontecer em qualquer idade, a exemplo da Catarata Congênita, que se apresenta no nascimento. Ela causa a diminuição progressiva da visão e seu tratamento é cirúrgico;

- Degeneração macular; alteração cada vez mais frequente, potencializada pela exposição aos raios UV (ultravioleta). Ocorre geralmente acima dos 50 anos e a melhor forma de prevenção é o uso de óculos de sol e uma boa alimentação;

- Glaucoma: é uma lesão que não apresenta sintomas e é somente detectado durante o exame de rotina através da medida da pressão intraocular e da análise do campo visual. O diagnóstico precoce é fundamental para começar o tratamento, que é contínuo e se não realizado pode levar à cegueira irreversível.

Em resumo, o exame oftalmológico de rotina é essencial mesmo quando o paciente não está sentindo desconforto algum. Cuide bem dos seus olhos!

Texto por: Dr. Walter B. Carneiro Filho, CRM 15669/PR

Imagem: FreeDigitalPhotos.net

Publicado em: 28/04/2014


Outras doenças de retina

Continuando a série de posts sobre doenças de retina, hoje venho falar de mais duas patologias. Uma delas afeta um número elevado de pessoas acima dos 50 anos, é a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), que atinge a área central da retina, a mácula. A grande maioria dos pacientes portadores desta doença apresenta sua forma inicial e tem uma perda visual mínima. Com sua evolução, ocorre a formação de tecido fibroso na área afetada pelos vasos, levando a uma perda irreversível de parte da percepção visual central.

Esse processo atinge apenas a área central da retina, portanto mantém a visão periférica. Os melhores tratamentos para a DMRI são feitos com complexos vitamínicos, injeção de ANTI-VEGF e lasers utilizados nas terapias não-invasivas, que protegem a mácula contra o processo degenerativo.

Uma queda acentuada da visão, que em pouco tempo pode levar à sua perda total, é o principal sintoma do Descolamento de Retina. Isto frequentemente é provocado pelo afinamento da retina, gerando “buracos” e, desta forma, ocorre a infiltração de liquido subretiniano, deixando a retina fora de seu leito anatômico. Esta complicação tem maior incidência em pacientes míopes.

O tratamento é baseado na aplicação de laser ao redor do buraco e do afinamento retinano. Em casos mais complexos, é necessária a retirada do gel vítreo (vitrectomia), aplicação de laser e colocação de gás ou óleo de silicone no interior do olho, com o objetivo de estimular a formação da cicatriz, provocando aderência à retina. O sucesso do tratamento é diretamente proporcional ao diagnóstico precoce, para tanto, consultas freqüentes são essenciais.

Texto por: Dr. Walter B. Carneiro Filho, CRM 15669/PR

Publicado em: 22/04/2014


Patologias da retina e a diabetes

A diabetes já foi citada no post anterior como uma das doenças que mais afetam a retina. Isso acontece devido aos altos níveis de açúcar no sangue do diabético, que podem lesar os vasos sanguíneos da retina. Por isso, é muito freqüente pessoas diabéticas desenvolverem a Retinopatia Diabética Não-Proliferativa (RDNP) ou Proliferativa (RDP).

No primeiro caso a manifestação da patologia é branda e geralmente não prejudica a visão. O segundo tipo é mais agressivo, pois novos vasos anormais passam a crescer na superfície da retina ou do nervo óptico. O tratamento pode ser feito com aplicação de laser na retina (fotocoagulação) ou com a realização de cirurgia específica, como a vitrectomia, dependendo do caso.

Outras alterações associadas à hipertensão arterial, distúrbios de coagulação e diabetes, são as alterações vasculares encontradas na retina, que podem provocar hemorragias, comprometendo parcial ou totalmente a visão do paciente. Grande parte das doenças vasculares e da retina é tratada com laser, sendo que o controle clínico da doença de base é sua melhor prevenção.

Texto por: Dr. Walter B. Carneiro Filho, CRM 15669/PR.

Publicado em: 17/04/2014


Entre em contato conosco

Quer marcar uma consulta?


Se preferir, utilize o formulário abaixo

É facil e rápido

hidea.com - agência web