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Tudo vale a pena pela beleza? Conheça os perigos do uso de implantes de joias nos olhos.

É muito comum notar o quanto as pessoas sentem necessidade de mudar a aparência. Cada pessoa é única e, às vezes, isso se traduz no próprio corpo, dando espaço a tatuagens, piercings e modificações corporais em geral. As novidades neste quesito não param de chegar. Recentemente, um novo procedimento ganhou destaque: o implante de joias nos olhos. A moda, que é realizada nos Estados Unidos, consiste num implante de uma peça de platina feito diretamente no olho, em uma microcirurgia que leva cerca de 15 minutos. O procedimento custa por volta de U$ 4 mil.

Nos Estados Unidos, a agência sanitária federal U.S Food and Drug Administration - USFDA é contra o procedimento e, inclusive, já alertou a população sobre os problemas que podem ser causados em médio e longo prazo.

As pessoas que passam pelo procedimento parecem não se dar conta de que este é altamente invasivo e pode levar a consequências graves como a cegueira. A joia é um corpo estranho localizado dentro do olho que, além de poder danificar as estruturas oculares, corre o risco de agravar eventuais infecções como a conjuntivite, por exemplo. É muito importante que aqueles que se submetam ao processo entendam todos os riscos envolvidos.

Publicado em: 28/01/2014


Lentes de contato para diabéticos estão sendo desenvolvidas pelo Google X Lab.

O Google X Lab, laboratório do Google onde trabalham algumas das pessoas mais inteligentes do mundo, acabou de anunciar que está desenvolvendo lentes de contato inovadoras para pessoas com diabetes. Estas lentes foram desenvolvidas para ajudar os diabéticos a controlar seus níveis de açúcar, já que foram fabricadas para medir as taxas de glicose nas lágrimas.

O projeto, que está em fase de testes clínicos, pode ser um ótimo aliado no controle da diabetes. Dentro das lentes existe um dispositivo ligado a um mini detector de glicose que poderá alertar o usuário sobre possíveis complicações, já que os protótipos conseguem identificar os níveis a cada segundo. Os pesquisadores que estão desenvolvendo as lentes estudam a possibilidade de integrar sinais luminosos para alertas de perigo.

Publicado em: 21/01/2014


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